Hoje acordei sendo cutucada pela saudade. Saudade de quem não está mais nesse plano terreno. Saudade de quem não posso mais enxergar. É, na verdade não posso mais enxergar, conversar, falar. Mas posso sim ir de encontro a todas as lembranças de momentos compartilhados. Tão reais, tão fortes, tão vívidas. A alma é eterna e sobrevive a sua breve estada terrena. Ter a certeza de que meu grande amigo está em sintonia com todos os que lhe querem bem é um bálsamo. E fico feliz ao perceber que sua força, seu brilho e todo o exemplo que tatuou na minha alma permanecem para todo o sempre e atravessam os dias, meses e anos da sua ausência física.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
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