Tem silêncios que não são vazios,
são profundos demais para caber em palavras.
Olho essa imensidão
e algo em mim se aquieta,
como quem lembra, de repente,
do seu verdadeiro tamanho:
pequeno
e, ainda assim, infinito.
Somos poeira de estrelas
aprendendo a amar no escuro,
acendendo uns aos outros
no meio do nada que, no fundo, é tudo.
E talvez seja isso:
o universo não grita,
ele sussurra.
E quem escuta,
nunca mais é o mesmo.
são profundos demais para caber em palavras.
Olho essa imensidão
e algo em mim se aquieta,
como quem lembra, de repente,
do seu verdadeiro tamanho:
pequeno
e, ainda assim, infinito.
Somos poeira de estrelas
aprendendo a amar no escuro,
acendendo uns aos outros
no meio do nada que, no fundo, é tudo.
E talvez seja isso:
o universo não grita,
ele sussurra.
E quem escuta,
nunca mais é o mesmo.
