Estado de latência. Sementes absorvendo a chuva abundante, que provocou correntezas em rios tão profundos. Raízes se aprofundando lentamente. Buscando alimento para a alma pálida. Continuação da jornada em modo avante. Os acontecimentos à frente. Feito outdoor esfregando a mensagem no nosso nariz. E fazendo escorrer pela garganta o gosto de coisas mal passadas. Na vida é preciso inventar sempre. Re-inventar sementes. Plantar esperanças. E aguardar a brotação. Que seja renovadora. Tingida fortemente. E que traga de volta minha caixa de lápis de cor...
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segunda-feira, 9 de abril de 2012
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O UNIVERSO SUSSURRA
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