Um dia de apresentação. Olhos atentos, surpresas vindouras. Magia no ar. E tem início aquele que foi um espetáculo de arte, de beleza, de textos indizíveis. Um espetáculo que representou com tantos sentimentos, os olhos e os corações de seis amigos. Vinte e um anos se passaram. Os amigos seguiram seus rumos. Suas estradas que, agora, novamente se cruzam. Incrível vida que sempre nos dá uma segunda chance. E um novo encontro acontece validando a máxima de que a afinidade não conhece limites, nem barreiras, nem o tempo. Ela é um laço que se fortifica também mediante os obstáculos. Ela floresce a cada respingo de saudade. E transborda a cada movimento de união. Seis amigos que estiveram sempre unidos. Sempre. Por laços invisíveis, por sonhos comuns. Agora é hora de fazer esse espetáculo de novo. É hora da chuva florescer a terra que ficou tão árida de ausências. E encantar platéias novamente com tanta poesia.
"Do que partiu é saudade. O que ficou é lamento. Tudo sob sol forte, que nem alivia o vento. Espero que volte João. E fico com toda a dor. Dor que é mais forte no peito. Maior inté que o calor. Já que não vejo e sinto. Feito cantiga de amor."*
*Texto extraído da peça "O Sertanejo", de autoria de Helder Martins, 1990.
Textos indizíveis, comentários idem.
ResponderExcluir20 anos depois, tantas histórias depois, tantas emoções iguais, será que conseguimos?! Ainda estou em SP, tiver que adiar a volta! Foi para cá que partiu João... Bjs
ResponderExcluirVou usar uma frase linda que li um dia, perfeita para o momento: "O presente do passado é a memória,o presente do presente é a percepção,o presente do futuro é a expectativa."
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